Você é feliz?

A felicidade não está em um lugar ao qual chegamos, mas na maneira como caminhamos. A felicidade é o maior anseio do homem. Corremos à todas as fontes que nos prometem o segredo da felicidade. Bilhões de reais são gastos todos os anos com a promessa de alguma coisa que nos levar à esse paraíso.

Viagens, filmes, roupas, jóias, aventuras, conquistas e experiências são pratos do dia servidos a uma platéia faminta de felicidade. Empanturramo-nos com essas iguarias só para descobrir que continuamos ainda mais vazios e insatisfeitos.
Jesus nos ensina sobre a verdadeira felicidade, sua auto-afirmação  em Jo.14-6 “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”  sintetiza bem o fato que a verdadeira felicidade, perpassa pelo cristrocentrismo.

Somente quando adotamos o estilo de vida de Jesus é que podemos de fato experimentar uma felicidade supra circunstancial, sem essa compreensão ficamos reféns das circunstâncias, terminamos desenvolvendo uma pseudo-felicidade, ou seja, uma felicidade tão frágil, que pra ter alguns momentos de felicidade, depende de circunstâncias perfeitas pra dizer que está feliz, mas a grande verdade não é feliz, e o resultado desse pensamento, desse estilo de vida, é que milhões de pessoas vivem numa frenética busca por respostas para suas inquietações e seus problemas.

Como a felicidade é uma necessidade  inerente de todo ser humano, nascemos com a necessidade de amar e sermos amados. Terminamos fazendo de tudo. Muitas pessoas seguiram por caminhos místicos, e são tantos caminhos acidentados, que prometem a verdadeira felicidade, mas cujo final é ilusão. Salomão escrevendo em provérbios no capítulo 16, verso 25, nos adverte: “há caminhos que para homem parecem prefeitos, mas no final termina em morte”.

A felicidade, segundo Jesus, não é uma utopia, mas algo factível, concreto, tangível, ao nosso alcance. A boa notícia é que a felicidade não é algo que compremos com dinheiro, mas um presente que recebemos de Deus. O dinheiro pode dar-nos uma casa, mas não um lar. Pode dar-nos conforto, mas não saúde. Pode dar-nos companhia, mas não amizade verdadeira. 

Pode dar-nos um rico funeral, mas não a vida eterna. Pode dar-nos aventuras, mas não a felicidade verdadeira.

A felicidade não está nas coisas que vemos, é uma atitude do coração, não é um pagamento de nossas virtudes, mas um presente da graça. Não é algo que conquistamos pelo nosso esforço, mas um dom que recebemos pela fé.

A felicidade é o resultado de um relacionamento adequado com Deus, com nós mesmos e com o nosso próximo.

A felicidade existe! Ela não é apenas uma promessa para a vida porvir, mas uma realidade a ser experimentada aqui e agora.

Pense nisso...

Fortalecendo nossa intimidade com Deus

Intimidade com Deus não é apenas nossa primeira prioridade, como nossa maior necessidade! Repetidas pesquisas demonstram que as pessoas desejam crescer mais em sua relação com Deus do que em qualquer área. Sem dúvida é um bom sinal, sobretudo porque demonstra fome e sede de Deus. Pense comigo sobre alguns dos maiores obstáculos em nossa busca de Deus, e refletirmos como reacender nossa paixão e compromisso por Deus. Uma das maiores barreiras é a tirania do urgente, diante das crises, e de outras pressões e responsabilidades.

Encerramos muitos dias com uma lista maior de pendências do que as tarefas que tínhamos no início. Essa pressão nos atinge de diversas formas e fragilizam nossos relacionamentos mais próximos. Tornamos-nos viciados no trabalho, precisamos de adrenalina pra viver, podemos ate nos sentir perdidos ou constrangidos em muitas situações. Às vezes, as preocupações tomam conta de nós e não conseguimos nos entregar de fato ao momento, pois parte de nós está em outro lugar e isso pode atingir nosso sono, não nos deixando dormir. 

Conseqüentemente ficamos cansados, esgotados. Não conseguimos nos apaixonar por coisa nenhuma.

Outro empecilho a intimidade com Deus é a falta de intimidade na maioria de nossos relacionamentos! Temos uma tendência a nos isolar. Vivemos num mundo onde as pessoas não sabem se relacionar e, infelizmente, somos um reflexo desse mundo.

Nós (ou muito de nós) crescemos em famílias não funcionais. Fomos feridos e não resolvemos os sentimentos negativos que ficaram dentro da gente. Há tanta coisa mal resolvida... Transborda em nós uma pessoa que não consegue descansar, e nos tornamos continuamente insatisfeitos.

A.W.Tozer expressa isso de forma clara e profunda. O baixo conceito de Deus mantido quase universalmente entre os cristãos é a causa de uma centena de males menores em toda parte.

O cristianismo moderno não está produzindo o tipo de cristão que possa apreciar ou experimentar a vida no espírito. Pergunta-se aonde foi parar aquele primeiro amor, a paixão que um dia você sentia... Parafraseando Tozer, a raiz de todos os nossos problemas é a dificuldade que temos de nos aproximar de Deus de tal forma que nos tornemos mais como Ele.

Projetando 2011 - Chamados para vencer

A vida espiritual não é uma vida antes, depois, ou além de nossa experiência cotidiana. Não. A vida espiritual só pode ser real quando vivida em meio aos sofrimentos e alegrias do aqui e agora. Precisamos, portanto, começar com um olhar cuidadoso sobre a maneira como pensamos, falamos, sentimos e agimos a cada hora, dia, semana, ano, de maneira a nos tornarmos completamente conscientes de nossa fome de Deus. Enquanto tivermos apenas um vago sentimento interior de descontentamento com o nosso modo de vida atual, e somente um desejo indefinido pelas coisas espirituais, nossas vidas continuarão a se estagnar em uma melancolia.

Nossa primeira tarefa e dissipar essa vaga e  sombria sensação de descontentamento e olhar critica mente para a forma como estamos vivendo nossas vidas. Isto requer honestidade, coragem e confiança. Devemos confiar em que nossa honestidade e coragem nos conduzirão ao descortinar de um novo ano, com novas possibilidades, e viveremos os milagres da renovação, e como o apostolo Paulo poderemos viver Rm.12 2. “E transformai-vos pela renovação de vossa mente para que experimentes qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Essa é a proposta do projetando 2011. Construir nesses próximos 21 dias uma ponte que nos leve para mais perto de Deus e de nossa família, de modo que cresçamos em tudo naquele é o cabeça, Cristo.

E como escreveu Salomão, consagre ao Senhor tudo o que faz, e os seus planos serão estabelecidos (Pv. 16-3).

É tempo de consagração, e submetermos a Deus sonhos, metas, alvos e objetivos.

Minha viagem à Guiné-Bissau

Guiné-Bissau - África ocidental e colônia de Portugual até 1974 - foi parte do Reino de Gabo, pertencente ao império de Male. Em 1956, Amilcar Cabral liderou uma revolução que culminou com a independência daquela colônia portuguesa, sendo logo reconhecida como nação livre por vários países do mundo. Mas só após a revolução dos cravos em Portugal, reconheceu Guiné-Bissau como independente. De 1974 até hoje, Guiné-Bissau vive mergulhada em crises institucionais, revoluções internas e golpes militares, que culminaram com o assassinato do presidente eleito em 2005, João Bernado Nino.


Com o clima tropical quente e úmido, Guiné-Bissau tem na agricultura o forte de sua economia. A castanha de caju é o carro chefe, produzindo ainda em alta escala o arroz e o amendoim, e sementes de palma de madeira.

Guine-Bissau possui mais de vinte etnias que falam diversas línguas, sendo que mais de 50% da população pratica o islamismo e o restante pratica religiões locais tradicionais e crenças inacreditáveis para os dias de hoje, com adorar o deus pedra. Eu o pastor Danilo e o missionário Ezequias visitamos a tribo dos “Balantas” e ficamos impactados com o fato de duas pedra em frente à aldeia serem divindades.

Quero destacar o trabalho formidável desenvolvido diariamente por Ezequias e Márcia, digno de nota. Estamos muito orgulhosos dos missionários, pela coragem, renúncia e, sobretudo pelo caráter de Cristo tão perceptível em suas vidas.

A reputação dos missionários é algo evidente, todos de Fullacunda, onde fica a sede da base missionária, são testemunhas oculares da ética, postura e equilíbrio dos missionários e todos que trabalham com eles.

Todas as doações, foram devidamente aplicados na obra. Os poços, o gerador de energia o notebook, instrumentos de percussão e outros.

Portanto meu relatório é o melhor possível. Estamos felizes e gratos a Deus pela força do chamado e fora da visão que Deus confiou aos missionários Ezequias e Márcia. São de fato obreiros notáveis. Como diz o salmo 16-3 quanto aos fieis que há na terra, eles é que são os notáveis em que está todo o meu prazer.


Caro amigo e irmão, contamos com você, para continuar desenvolvendo essa macro visão do Reino de Deus investindo sem cessar em missões transculturais no caso de Fullacunda em Guine-Bissau, estaduais em Mamédios em São Domingos do Maranhão (onde o Senhor nos concedeu o privilégio de ser a primeira igreja evangélica a se estabelecer nesse povoado, e já estamos -  para glória de Deus - construindo o templo na avenida principal do povoado) e continuarmos investindo nos projetos sociais do Instituto Vida
Feliz na periferia de São Luís.

Vencendo o gigante da desesperança (parte 2)

“Quero trazer a memória o que pode me dar esperança”.
                                                                                                                         Lm. 3-21

Como estamos vivendo hoje? O que e que tem ocupado o nosso pensamento? O que tem dominado a nossa mente? O que e que tem, de alguma forma, influenciado todas as nossas idéias? O que e que tem constituído os grandes temas dos nossos raciocínios?

Alguns de nós só temos pensado na perda, na humilhação, na frustração, no abandono - seja do esposo ou da esposa - na indiferença ou na ingratidão dos filhos, no golpe que recebemos de quem tratamos com carinho.

Alguns de nós só temos conseguido nos lembrar do caos, e vivemos ai nessa câmara de ecos horríveis que vem do passado. Razões pelas quais devemos ter esperança.

A primeira delas é o fato de que o Deus ao qual servimos e misericordioso. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Porque não tem fim, renovam-se cada manhã.

O problema de Jeremias era como estar acordando. De manhã, ele era um poço de amargura. Então diz: “Quero trazer a memória o que pode me dar esperança”. E o que podia dar-lhe esperança? As misericórdias do Senhor!

O fato é que Deus é o Deus que renova as coisas. Que as misericórdias dele existem sob o signo do novo, renovam-se a cada manhã. Misericórdias não se congelam, não se cristalizam.

A segunda razão é a fidelidade do Senhor. Porque essa misericórdia não e mero emocionalismo divino. É uma misericórdia patrocinada pelo caráter de Deus. Não é porque Deus teve um caráter de misericórdia para conosco que se engraçou com a nossa vida. Não! A garantia de que a Sua misericórdia veio e continuará vindo, e a fidelidade de Deus.

Em terceiro lugar Deus não tarda! Jeremias traz a mente, a fim de alentar-se e o fato de que Deus aparentemente tarda, mas a sua intervenção na verdade chega. Aos nossos olhos pode ser uma postergação definitiva, um protelamento estranho de Deus a situação que nos possa estar acometendo.

Deus está sobre tudo, não como Maomé ou Alá dos maometanos. Fatalista e impassível ante a existência humana está sobre tudo, não na perspectiva dos deistas, que crêem num deus que criou o cosmo, alienou-se para fora dele, e agora e o único espectador dessa dramática existência humana.

Quem é que pode dizer assim será, e isso vai acontecer sem que Deus, de alguma forma, não tenha permitido?

Pense sobre isso, um forte abraço e forca sempre.

Marina já ultrapassa Serra em Salvador e Distrito Federal


Uma das novidades da pesquisa Datafolha divulgada no último dia 10 foi a ascensão de Marina Silva em algumas cidades e unidades da federação.
No Distrito Federal, a candidata do PV atingiu 24% e ultrapassou José Serra (PSDB), que tem 16%. No levantamento divulgado em 25 de agosto, a vantagem do tucano era de 6 pontos percentuais (Serra tinha 18% contra 12% de Marina).
Em Salvador, Marina tem 15% contra 14% de Serra (na pesquisa anterior, o tucano tinha 7% contra 5% da candidata do PV).
Na cidade do Rio de Janeiro, já alcançou 18%. Com esse percentual está empatada tecnicamente com o candidato do PSDB, que tem 21%. Os levantamentos acima têm todos margem de erro de dois pontos percentuais.

Fonte: www.minhamarina.org.br

Vencendo o gigante da desesperança (Parte 1)

Como sabemos, a vida humana acontece no meio de uma guerra. O “existir” de cada um de nós é extremamente ambíguo.

Há dias em que estamos efervescendo de alegria, há outros em que nos desmoronamos de tristeza. Há dias em que somos cidadãos da esperança, há dias em que habitamos as regiões lúgubres da desesperança e da infelicidade. Há dias em que somos campeões de fé, há dias em que já estamos derrotados antes mesmo da batalha. Há dias de luz, há dias de trevas, há dia para tudo debaixo do sol, e nenhum de nós  passa a vida inteira sem se chocar com essa dialética da existência, com o sim, com o não.

Essa ambigüidade às vezes instala-se em nós, e dependendo do momento, o que se cria no nosso interior é um fruto extremamente amargo, com a fisionomia da maior desesperança. A maioria de nós tem vivido de um modo ou de outro essa situação de perder a fé em Deus e na vida. Vamos ficando amadurecidos, mas algumas vezes o amadurecimento é um “pseudo-amadurecimento”, é enrijecimento, e entorpecimento, e processo de petrificação, de embrutecimento, e situação caótica de perder a possibilidade de crer, de esperar, de se empolgar, de sonhar e realizar, de ver o melhor, de profetizar, ante as desgraças da vida, a libertação que só vem do Senhor.

A  situação do profeta Jeremias
Jeremias um dia esteve assim. Aflito, esmagado, cansado, oprimido, a nação acossada pelo regime estrangeiro, pela superpotência babilônica, que estava achatando todas as esperanças humanas.

Os reis foram tornando-se subservientes e foi acontecendo uma tremenda humilhação nacional aonde todos assumiram o fato de que eram seres humanos de segunda categoria e portanto, servos irremediavelmente perdidos, dos senhores babilônicos.

Além disso, havia idolatria, mornidão, desesperança, afastamento de Deus, apostasia da fé, o caos familiar instalado no país, e de repente o próprio Jeremias começou a deixar contagiar-se.

Amanheceu sem sonhos. Dormiu sem fé, parece que o nervo da sua alma fora extirpado porque agora ele é insensível. Nada mais o toca. Vestiu-se de uma couraça interna, que e ao mesmo tempo sua proteção, seu claustro e sua prisão.

Jeremias nessa situação volta-se, confronta-se a si mesmo, sacode de si todo este mofo emocional e diz: não e não permitirei que a minha mente seja como um poço de amarguras. Não vou permitir que a minha mente seja como teia a aprisionar todos os insetos malévolos que fazem zumbidos ruins. A minha mente não será a memória da dor. 

"Eu quero trazer a memória o que me pode dar esperança” Jm.3:21.

Querido amigo, vou continuar essa mensagem na próxima semana, quero motivá-lo a estar comigo todas as quintas-feiras às 17h30 ou às 19h30 na “Derrubando gigantes e alcançado vitórias”.

Até breve.