Restaurando o amor na família

Começo este texto reavivando as verdades do Salmo 128.
“Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos
seus caminhos. Do trabalho de suas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem.
Tua esposa, no interior de tua casa, será como videira frutífera, teus filhos,
como rebentos de oliveira, a roda da tua mesa...
”
A família está sendo bombardeada com arsenal pesado. Há torpedos mortíferos apontados para a família, e a crise conjugal, crise entre os jovens, crise de valores...
A família está perdida, a educação moderna está perdida, as instituições não sabem o que fazer para reverter essa crise.
Tenho compartilhando sempre com minha esposa, de cada dez pessoas que eu atendo para clínica pastoral, oito pessoas estão com problemas na família, é impressionante, são pessoas fragilizadas com fraturas na família, curtos-circuitos nos relacionamentos, corações esmagados, auto-estima danificada, sonhos interrompidos.
Por isso vamos contra-atacar! Recebi uma direção de Deus em um tempo específico de oração com a minha esposa Milca Porto, pela igreja, obreiros, famílias... Então decidimos juntos iniciarmos todas as sextas feiras das 7hs da manha ate as 9hs, a consagração, um tempo de oração e reflexão pelas famílias, e todas quintas feiras de maio e junho as 17.30hs e as 19.30hs os cultos estarão voltados especificamente pela restauração da família.
Quero adrenalizar você e sua família a comungar conosco, esse tempo de restauração e restituição de nossas famílias. Creio que o Deus eterno nos surpreenderá com um banquete de reconciliação, fortalecendo a fé e lares em Cristo.
Por que o nosso Deus é o Deus da família.

Desenvolvendo inteligência espiritual e emocional

Romanos 8: 31-39

Vivemos um tempo em que e fácil perder o equilíbrio emocional e espiritual. Uma dificuldade que muitos cristãos enfrentam e aceitar a realidade e responder a ela apropriadamente. Nossas reações emocionais emergem da forma como pensamos sobre a vida e os acontecimentos. Não são as realidades externas que nos perturbam, mas o julgamento que fazemos sobre elas. Sobretudo, a forma como cremos que Deus participa delas.

O apóstolo Paulo em carta aos cristãos que viviam na capital do império romano, faz quatro perguntas retóricas que nos ajudam a construir uma estrutura espiritual capaz de produzir em nós sentimentos e atitudes verdadeiras diante das diferentes situações e experiências.



Primeira pergunta: Se Deus é por nós, quem será contra nos???
Sabemos que existem muitas coisas contra nós. Existem acidentes, doenças, mortes. Existem crises econômicas e políticas. Existem fofocas, mentiras, calunias, traições. Paulo não esta afirmando que nada disso vai acontecer conosco. Acontece com todos aqueles que seguem Jesus como Senhor e Salvador. Podemos sofrer as frustrações de um divórcio, a angústia da demissão ou a desilusão em relação aos amigos. Tudo isto atua contra nós, porem, a pergunta dele é: “se Deus é por nós, quem será contra nós? Como reagimos emocionalmente a estas situações? Fugindo? Vitimando-se? Responsabilizando os outros? A verdade que compõe a estrutura espiritual de Paulo é que Deus é por nós. O Deus criador de todas as coisas, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo é por nós. Paulo estava seguro desta verdade, e tal convicção moldava seu pensamento e, consequentemente, seus sentimentos e emoções.

Segunda pergunta: AquEle que não poupou o seu próprio filho, antes, por todos nós O entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas???
A ansiedade é um dos grandes males do nosso tempo. Porém quando achamos que estamos perdendo alguma coisa, Paulo nos convida a perguntar: se na cruz Deus nos deu o melhor, por que o medo de perder algo? Confiamos que Ele nos dará tudo de que precisamos? A verdade que sustenta a vida de Paulo é: o Deus que nos deu o que tinha de mais precioso não deixará de nos dar nada que seja necessário. Como reagimos emocionalmente ao sentimento de que esta faltando? Davi responde! “O Senhor é meu pastor, nada me faltará.” Como Paulo, ele
confiava no Deus que ama e supre cada uma de nossas necessidades.

Terceira pergunta: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus???
Somos constantemente afligidos por sentimentos de culpa. Para Paulo, se Cristo nos justifica, quem pode nos condenar? O veredicto que ele apresenta não é baseado no que temos feito, mas no que Cristo fez. As pessoas podem nos acusar, cobrar ou condenar, mas isto pode mudar alguma coisa? O único que de fato que pode nos acusar é o mesmo que nos justifica.

Quarta pergunta: Quem nos separará do amor de Cristo???
Aqui Paulo fala de situações que podem nos fazer de sentir que Deus se esqueceu de nós. Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada - situações que ele viveu. São experiências com grande potencial de nos fazer sentir abandonados. De onde vêm estes sentimentos? Destes eventos ou de que pensamos sobre eles? Podem estas circunstâncias nos separar do amor de Cristo? Para Paulo, não!

Nossas respostas aos fatos não são determinadas por eles, mas pelo julgamento que fazemos deles. Se julgarmos que uma provação tem o poder de nos afastar do amor de Deus, certamente nos afastará. Se julgarmos que alguém pode levantar uma acusação contra nós e nos fazer sentir culpados, certamente isto acontecerá. Fazer tais perguntas não muda as circunstâncias, mas muda a forma como as vemos ou julgamos. Ao fazê-las, adquirimos uma perspectiva correta e amadurecemos nossos sentimentos.

Mensagem de Vida

Minha participação no programa Zoe Tv na Bandeirantes



Você pode mudar sua história


Muitas pessoas afirmam que o homem é produto do meio, uma folha em branco, ou seja, que todos nós somos voláteis e influenciáveis, contudo embora estando sujeitos as influencies, eu posso constatar, que é absolutamente possível, viver sem se contaminar sem se entregar.

Ao estudar o livro de Daniel, inevitavelmente me perguntei, como Daniel prevaleceu num ambiente tão hostil?? Ele se recusou a seguir o mesmo caminho do fracasso do povo de Israel, pois estavam naqueles dias se desviando da verdade, entregues a idolatria. Então veio o cerco da Babilônia, o povo confiava no templo e não no Senhor. A nação sofreu. Daniel, entretanto continuava a confiar no Deus eterno. Daniel não foi produto do meio, e o que nos diz o texto bíblico, Daniel cap.1 vs 8-9 - Daniel contudo decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles. Deus fez com que o homem fosse bondoso para com Daniel e tivesse simpatia por ele.

Nem adversidade nem a prosperidade o corromperam. Ele não deixou o coração azedar por causa de dramas da vida. Aos 17 anos, sua família foi destruída, sua vida foi virada de cabeça pra baixo, seu nome foi trocado, Dn.1vs.7 - Deus é meu juiz, para Beltessazar que significa Príncipe de bel. Arrancaram Daniel a força do seio de sua família, dos amigos... romperam com seus vínculos, perdeu a sua nacionalidade. Agora Daniel não tinha mais pátria, não tinha mais bandeira, estava exilado, sem chão, sem língua pátria, sem cultura. Tudo o que antes ele considerava importante foi jogado no lixo. Ele perdeu sua liberdade, foi levado cativo, não é mais o dono da sua vida, da sua agenda, do seu tempo, das suas escolhas, da sua vocação. Mas ele decidiu superar, seu passado de dor, e viver cada minuto como se fosse o último.

O que representou a invasão imperialista de Jerusalém? Em 2 Crônicas 36, nos mostra, pais mortos, irmãs estupradas, grávidas assassinadas, nação arrasada, templo destruído. Muitos não superam essa dor, Salmo 137, nos traz uma radiografia desse período.
Apesar das tragédias históricas, a vida é feita de decisões e atitudes novas, a questão em voga, não o que fizeram comigo, mas o que fiz com o que fizeram comigo, melhores atitudes.
Resolveu rejeitar ofertas vantajosas, por fidelidade a Deus.

Ele foi escolhido para uma bolsa integral, na melhor faculdade de sua época, com emprego no maior império do mundo de sua época, foi premiado.
Viver com fidelidade exige discernimento, devemos discernir os princípios que estão por trás das nossas ações, qual é o problema de comer carne e beber vinho? Por trás daquela mesa real estava a rendição da fé no Deus eterno, uma participação da mesa de ídolos, o mesmo principio se aplica hoje com respeito ao sexo antes do casamento, e a fidelidade nos dízimos e nas ofertas, honestidade nos negócios e santificação do seu corpo.

Viver com fidelidade exige correr riscos, eles podiam morrer, mas preferem correr riscos, a violar sua consciência, eles agiram com fé, e Deus os provou.
Viver com fidelidade exige perseverança, não desistir do seu propósito diante das dificuldades, prosseguir, insistir e não cogitar outra possibilidade.
Viver com fidelidade e estar convicto de que Deus vai abençoa- lo pelo fato de você ser fiel a Ele.
Portanto faça um teste com Deus. Na sua vida de oração, no dízimo, no casamento, não negocie a sua fidelidade com Deus... não deixe a amargura tomar conta do seu coração, pelas injustiças sofridas, Deus é fiel e justo.
Aprendemos com Daniel três princípios..
A) firmeza em pequenas coisas, pois nos preparam para vitórias maiores, é possível que mais tarde você enfrente a cova dos leões.
B) Deus honra, aqueles que o honram.
C) Daniel foi maior que a Babilônia. A Babilônia caiu, mas Daniel ficou em pé.
Que tipo de influência você deixará para as próximas gerações? Pense nisso.

Pr Mário Porto

Marcados para um novo tempo

O momento de avaliação. A história cristã tem sido cíclica, períodos de intensa produção, criação, influência e períodos de estagnação, de retrocessos. E quando se diz momento de avaliar é porque a roda da história não anda para traz.
2010 é um ano favorável de mudança pra valer, para o crescimento consistente e coerente.

Este é o momento desta geração, e é preciso tomar a altura do nosso tempo, onde estamos exatamente, aprender com os erros, acordar das omissões e então, no poder do Espírito Santo, trazer respostas ao presente século afogado na ignorância de Deus.

Cristianismo é esta dinamite, capaz de explodir todo esse sistema de coisas que confrontam o reino de Deus, cristianismo é a contracultura deste mundo varrido por uma moral torta e uma ética morta. Cristianismo é um estilo de vida para homens e mulheres que receberem a nova vida em Jesus. É preciso encarar esta idéia e viver como tal, esta vivência dos valores do reino, expressa em atitudes e posicionamentos que brotam de um coração que ganhou uma nova lei, e isto esta acima de todas as convenções e formas que queiramos dar.
O evangelho genuíno não cabe na “caixa de fósforos” de nossas idéias preconcebidas. Logo, precisamos todos de mentes renovadas, quais odres novos, prontos para receber o vinho novo da palavra de Deus.
Para causar impacto num mundo cético é preciso ser convincente. num mundo de injustiças, mentiras e desamor, é preciso ter coragem de ser perseguido num mundo de novas descobertas, de uma vida fácil e estéril, é preciso estar apto a responder as razões de nossa fé no sentido prático, de sorte que os homens descubram além da religiosidade de um evangelho barato, o sentido da vida, Cristo.
Nossa influência nesta sociedade tem que ultrapassar os muros de nossa visão curta, do nosso preconceito.
Os momentos históricos com ministrações proféticas e transformadoras, durante o Acampamento Vida 2010 “Marcados para um novo tempo”, é a manutenção de tudo o que recebemos, e agora vivendo o pós-retiro cabe a nós mantermos acesa a chama, este instante histórico e o nosso eclipse, e o raiar de um novo dia.
Cabe a nós decidir continuar firmes e indesistiveis até o fim.

Terra Santa! Aguardem o DVD

Mariana e Felippe Valadão na Comunidade Vida